...mAg!C...


quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Lágrima


Nos dias em que me encontro com menos capacidade apenas me limito a observar os sorrisos dos outros, enquanto que, no meu rosto, vislumbra uma lágrima.
Mais um novo dia e acordo ao som de uma lágrima, dai-me coragem para olhar para ti...
Mais um pingo, uma lágrima, um rosto sincero, que chora e triste vai indo...
Limpo com subtileza a formosa lágrima que cintila no meu rosto, de repente surge uma voz soletrando:
“Não há lágrima num rosto que a brisa não seque”

Marco Aurélio Vieira Mangas
"mAg!C"

1 comentário:

Anónimo disse...

Parabéns por este extraordinário poema, retrataste este estado de espirito muito bem. Todos nós passamos por este momento (com uma lagrima pendente) muitas vezes. Silveria ***