Nos dias em que me encontro com menos capacidade apenas me limito a observar os sorrisos dos outros, enquanto que, no meu rosto, vislumbra uma lágrima.
Mais um novo dia e acordo ao som de uma lágrima, dai-me coragem para olhar para ti...
Mais um pingo, uma lágrima, um rosto sincero, que chora e triste vai indo...
Limpo com subtileza a formosa lágrima que cintila no meu rosto, de repente surge uma voz soletrando:
“Não há lágrima num rosto que a brisa não seque”
Marco Aurélio Vieira Mangas
"mAg!C"


1 comentário:
Parabéns por este extraordinário poema, retrataste este estado de espirito muito bem. Todos nós passamos por este momento (com uma lagrima pendente) muitas vezes. Silveria ***
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